A empresa é mais capaz do que parece
Há equipamento, certificações e anos de encomendas cumpridas, e nada disso está visível. Um comprador novo avalia pelo que vê, e o que vê é uma página desatualizada.
Metalomecânicas, serralharias industriais, empresas de manutenção e indústria transformadora têm quase sempre o mesmo problema: fazem um trabalho difícil de explicar a quem está de fora, e é esse trabalho que justifica o preço. Quem decide a compra é um diretor de produção, um responsável de manutenção ou um departamento de compras, e cada um precisa de um nível de detalhe diferente.
A resposta não é falar mais bonito, é organizar melhor. Um site industrial tem de dizer em poucos segundos o que a empresa faz, com que materiais e processos, com que capacidade e para que setores, e só depois aprofundar. Se quem procura um fornecedor não encontrar logo o processo de que precisa, passa ao seguinte da lista.
Os sinais mais frequentes de que a comunicação está a ficar aquém da fábrica.
Há equipamento, certificações e anos de encomendas cumpridas, e nada disso está visível. Um comprador novo avalia pelo que vê, e o que vê é uma página desatualizada.
Os processos estão escritos na linguagem interna da fábrica. Quem procura não usa essas palavras, e por isso não encontra, nem no site nem nos motores de busca.
Quando se vende equipamento, peças ou subcontratação, a falta de um catálogo organizado obriga a repetir a mesma explicação a cada cliente.
Metade dos clientes possíveis está lá fora. Sem uma versão em inglês, ou na língua dos mercados para onde se exporta, a empresa nem chega a entrar na lista de fornecedores.
Expositor, folhetos e cartões feitos à pressa, cada um à sua maneira. O contacto da feira chega a casa, abre o site e não reconhece a empresa que viu no pavilhão.
Da marca ao catálogo, passando pelo site que um comprador consegue ler em dois minutos.
Uma página por processo ou capacidade, escrita nas palavras de quem procura um fornecedor, com materiais, tolerâncias, setores servidos e a forma de pedir orçamento.
Documentos paginados para consulta, impressos ou em ficheiro, com tabelas, medidas e referências legíveis. Resolvem a conversa comercial sem repetição.
O site e o material comercial noutras línguas, com os termos técnicos certos para cada mercado, revistos com quem conhece o produto.
Logótipo, cores e regras, aplicados à fachada, à sinalética interior, às fardas, às viaturas e aos documentos. É o que faz uma empresa parecer organizada antes da primeira reunião.
Expositor, folhetos e apresentação comercial com a mesma cara do site, para o contacto da feira reconhecer a empresa quando a procura depois.
Cada página explica o processo, os entregáveis e as perguntas mais frequentes.
Para a Sucatas Martins fizemos a marca, o site, os impressos, os vinis e a decoração do espaço, e acompanhámos a comunicação. Para a Bytexdesign desenvolvemos o site, e a StrongWeld é um trabalho de marca para uma empresa industrial. Perto deste setor fica a Toptronics, especializada em instalações elétricas e manutenção eletromecânica no distrito de Aveiro, para quem desenvolvemos o site. Veja o portefólio.
As dúvidas que nos chegam com mais frequência neste setor.
Conte-nos o que produz, para quem e para que mercados. Recebe uma proposta com âmbito, fases e valor, da marca ao site e ao material técnico.
Diga-nos quando lhe dá jeito e respondemos com a confirmação. Não é uma marcação automática: a reunião é sempre confirmada por uma pessoa.