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Setores

Finanças e crédito: marca, simuladores e plataformas que tratam do processo

Vender confiança quando ninguém gosta do assunto

A intermediação de crédito e o investimento têm um ponto de partida difícil: quem procura raramente o faz por gosto. Procura porque quer comprar casa, porque está a pagar demais, ou porque tem dinheiro parado e não sabe o que lhe fazer. Chega desconfiado, muitas vezes já foi mal atendido noutro sítio, e está a decidir sobre a maior quantia de dinheiro da sua vida. Uma comunicação com ar de folheto de banco afasta exatamente quem se queria atrair.

É também um setor com regras: há informação que tem de constar, há promessas que não se podem fazer e há registos que têm de aparecer. O que costuma resultar é o contrário do que se espera — quanto mais claro e mais sóbrio, mais credível. E é um setor onde o trabalho não acaba no site: o processo de um crédito tem dezenas de passos, vários documentos e várias entidades, e quase todo o valor de uma plataforma está em não deixar cair nenhum deles. Ao lado, a contabilidade e os serviços profissionais têm página própria.

O que costuma estar a travar os processos

Os pedidos deste setor chegam-nos quase sempre por um destes motivos.

Os processos vivem em folhas de cálculo

Cada consultor tem a sua folha, com a sua forma de nomear as fases. Ninguém consegue dizer quantos processos estão parados nem em que passo, e quando alguém falta, o processo fica sem dono.

Os documentos andam por email

Recibos de vencimento e extratos bancários a circular em anexos, reencaminhados várias vezes. É lento, perde-se a versão boa, e é o pior sítio possível para papéis destes.

Quem chega ao site não percebe o que ganha

A página explica o que é intermediação de crédito, quando a pergunta de quem lá chegou é outra: quanto posso pedir, quanto vou pagar por mês e o que tenho de fazer a seguir.

Os contactos não se distinguem uns dos outros

Quem está a comparar taxas por curiosidade e quem tem uma escritura marcada chegam pela mesma via e ficam na mesma lista. O segundo é urgente e trata-se como o primeiro.

A marca parece um banco pequeno

Azul, aperto de mão e gráfico a subir. É o que faz toda a gente, e num setor em que a decisão é por confiança, parecer-se com todos os outros não ajuda nada.

O que costumamos fazer neste setor

O âmbito muda conforme se trate de intermediação de crédito, de seguros ou de investimento, mas estes são os trabalhos mais pedidos.

Simuladores

A conta que a pessoa quer fazer antes de falar com alguém: prestação, montante e prazo. É a peça que transforma uma visita anónima num contacto, porque quem simula já disse o que precisa. Foi este o caso da Credimax.

Plataforma de processo

Cada processo com dono, fase e prazo, os documentos no sítio certo em vez de em anexos, e o histórico do que já foi falado. É o que evita que um processo pare duas semanas sem ninguém dar por isso.

CRM próprio

Quando os programas de prateleira não servem o circuito da casa, um CRM feito à medida do processo real — com as fases que a empresa usa e os nomes que a equipa diz.

Marca e material de confiança

Nome, logótipo, paleta e tipografia que sejam sóbrios sem serem iguais aos de toda a gente, mais o que o cliente recebe: proposta, simulação impressa, pasta de documentos.

Ligação às entidades e aos sistemas

Quando há sistemas de bancos, seguradoras ou plataformas de parceiros com ligação disponível, o processo lê e devolve dados sem ninguém a copiar à mão.

Conteúdo que responde antes da chamada

Textos que explicam taxas, prazos e documentos necessários em português comum. É o que faz aparecer nas pesquisas de quem está a decidir, e é o que faz a primeira chamada começar já a meio.

Serviços mais pedidos por empresas de crédito e investimento

Cada página explica o processo, o que recebe no fim e as perguntas mais frequentes.

Projetos do setor

A Credimax é o trabalho mais completo que temos nesta área: site, simuladores, CRM próprio e interligações. A Assets Capital juntou nome, marca, site, integrações e impressos. O resto está no portefólio.

Perguntas frequentes de quem trabalha com crédito

O que nos perguntam antes de começar um projeto nesta área.

Podemos ter um simulador se as condições mudam todos os meses?

Pode, e é precisamente por mudarem que o simulador tem de ser seu e não uma imagem parada. As taxas, spreads e prazos ficam num sítio que a sua equipa altera sem nos chamar, e o simulador passa a usar os valores novos no momento em que forem gravados. O que o simulador dá é sempre uma estimativa, com essa ressalva à vista — é isso que o torna útil sem o tornar uma promessa.

Os documentos dos clientes podem mesmo andar numa plataforma?

Podem, e andam melhor do que em email, que é onde costumam andar hoje. Numa plataforma há quem vê o quê, há registo de quem abriu o quê e há forma de apagar o que já não é preciso — nada disso existe num anexo reencaminhado três vezes. O que temos de definir consigo no início é quanto tempo se guarda cada coisa e quem tem acesso; o resto é construção.

Fazem também a contabilidade e os serviços profissionais?

Fazemos, mas esse trabalho tem página própria: veja o setor de serviços profissionais. Separámos os dois porque os problemas são diferentes — um gabinete de contabilidade vive de avenças e de relação a longo prazo, e um intermediário de crédito vive de processos com princípio, meio e fim. As plataformas que cada um precisa não se parecem nada uma com a outra.

Tem processos a viver em folhas de cálculo?

Diga-nos como corre hoje um processo, do primeiro contacto até ao fim, e onde é que ele costuma parar. Recebe uma proposta com âmbito, fases e valor.

Marcar reunião

Diga-nos quando lhe dá jeito e respondemos com a confirmação. Não é uma marcação automática: a reunião é sempre confirmada por uma pessoa.

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